A água, o momento ocorrido em muitos, mas em muitos ignorado, a
crítica infiel, o palhaço do circo da nossa infância. O cravo por muitos
adorado, a inocência mais conveniente, a humildade mais modesta, a
oportunidade ausentada e os oportunistas da razão, a chaminé de todas as
almas, a dança. A emoção já calada, a palavra então assustada, um café
mais amargo, muitas ondas e marés de orgulho à indiferença, e o orgulho
por indiferença decapitado. Linhas paralelas, direções opostas, rumos
intocáveis, o segundo demorado, a identidade desfeita. O contraditório e
a redundância absoluta, a lógica decadente; miragem, cai a última folha
de Outono, já nem te vejo: estou cego, estou cego...
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